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E eis que no meio do 'steresse' a minha alma se ilumina radiante perante o sol.
Não há tempestade que sempre dure.
E eis que no meio do 'steresse' a minha alma se ilumina radiante perante o sol.
Não há tempestade que sempre dure.
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Tânia Morais
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01:22
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Porque sou cavaleiro andante que mora no teu livro de aventuras
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Tânia Morais
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00:45
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Hoje é um péssimo dia para andar de saia, ainda para mais quando consegui perder a graciosidade no alto dos meus saltos duas vezes:
À saída de casa, quando tropecei num tijolo perdido,
No metro, quando no meio da multidão ia perdendo um dos sapatinhos de cristal.
Quem disse que é fácil ser mulher, bonita, e cheia de charme?
(auto-estima nos píncaros)
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Tânia Morais
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13:54
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"A Humanidade não vai longe se não perceber que a liberdade sem motivos nobres que a orientem não é, necessariamente, um caminho libertador."
D. José Policarpo
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Tânia Morais
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05:03
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Como dizer? liberdade
Poderá o inverno nunca ter um fim?
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Tânia Morais
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20:31
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Como dizer? As minhas raízes
Não me convence. Aquilo está uma rebaldaria e não há meio de se legitimar o presidente. É assim: muitas vezes se ganha em casa para perder na rua.
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Tânia Morais
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17:40
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Como dizer? JSD
Listen girl
Didn’t he tell you the truth?
If not then why don’t you ask him?
The maybe you can be more into him
Instead of worrying about me
And hopefully you won’t find
All the reasons why his love didn’t count
And why we couldn’t work it out
Aqui
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Tânia Morais
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18:21
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No segundo teste, aconselhado pelo Dalai Lama (ah.. e tal...), os resultados foram surpreendentes!
1) Ordene os animais pela sua preferência, cada um deles representa cada prioridades na sua vida:
Tigre
Cavalo
Vaca
Ovelha
Porco
R: Orgulho, Família, Carreira, Amor, Dinheiro
2) Caracterize os vocábulos Cão, Gato, Rato, Café, Mar:
Cão - burro - Representa a caracterização de si próprio
Gato - Excepcional - O que você pensa do seu parceiro (ou paixão...)
Rato - Esperto - Caracteriza a visão que você tem dos seus inimigos
Café - Delícia - A sua visão do sexo (hãã..?)
Mar - Imenso - Eis o que você pensa da sua vida
3) Atribua cada cor a uma pessoa que conheça:
Amarelo - Joana - Algúem que nunca irá esquecer
Laranja - Anita - Um amigo de verdade (É verdade )
Vermelho - ele - O seu amor mais profundo (Chiça!)
Branco - Mãe - A sua alma gémea (Mummy... )
Verde - Pipo - Algúem que lembrará até ao final da sua vida
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Tânia Morais
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22:45
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Como dizer? aha

...do pretenso auto-conhecimento.
Hoje deu para fazer destas coisas, ver horóscopos e compatibilidades.
Enfim...
(Que dias tristes)
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Tânia Morais
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22:36
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Como dizer? merda
I dig my toes into the sand.
The ocean looks like a thousand diamonds strewn across a blue blanket.
I lean against the wind, pretend that i am weightless and in this moment i am happy.
Ninguém disse que a vida era justa.
Incubus
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Tânia Morais
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16:57
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Como dizer? este post dava para escrever um livro

Não o leite com chocolate, o gelado de chocolate, os cremes de chocolate, rebuçados de chocolate ou demais bem intencionadas inspirações.
Refiro-me mesmo a chocolate, de preferência derretido, quente e amargo qb. Num crepe.
^^
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Tânia Morais
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18:57
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Como dizer? vontades
Para quem fala de iniciativas da sociedade civil, para qem aponta o dedo ao Estado pela inércia social:
Padrinhos de Portugal
Para mim, não vale tanto pela forma mas sim pela vontade de ter alguma influência positiva na vida das crianças de Marracuene, Alto da Manga e Praia Nova que com 85€ trimestrais têm asseguradas as despesas com alimentação, educação e vestuário.
"Este projecto começou em Novembro de 2002, depois de ter estado dois meses a trabalhar como voluntária na Cidade da Beira, em Moçambique, junto de crianças extremamente carenciadas. A vontade de fazer algo mais e com uma maior continuidade, levou a que surgisse a ideia de montar um semi-internato no Alto da Manga, um bairro localizado no mato, acerca de quinze quilómetros da Cidade da Beira.
Comecei por pedir a ajuda de um padre e de uma freira locais, que se responsabilizaram desde logo pela gestão do projecto no terreno, e iniciei então a selecção de dez crianças oriundas de familias bastante desfavorecidas.
O projecto começou com 10 crianças e 10 padrinhos. Actualmente são 450.
Com 85 euros trimestrais pode pagar as despesas de saúde, uma refeição diária, livros, cadernos, lápis, canetas, matricula, propinas e farda, a uma criança de Moçambique que dificilmente o poderá fazer sem a sua dádiva.
De forma a potenciar a Associação e a encetar novos projectos, complementares ao apoio às crianças, os Padrinhos de Portugal aceitam contribuições esporádicas de empresas e particulares, sem ser necessário um apadrinhamento permanente.
Catarina Serra Lopes
padrinhosdeportugal@gmail.com"
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Tânia Morais
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15:39
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Como dizer? social

A lealdade que é falar, alertar, sugerir e trabalhar ao lado dos que nos rodeiam.
A que não é impor, ignorar, afastar, e denegrir os que não concordam connosco.
E o que sentimos com a intromissão incendiária, as notas soltas, as bocas, enfim...
O abandono dos que apoiam Ventura foi-me dado como certo após os actos eleitorais. A vaidade e a vontade de singrar custe o que custar também. A compra de votos, as negociatas, garantiram-me que seriam certas. Pelo mesmo que fez menção em me envergonhar duas vezes no meio dum congresso. Pelo mesmo que não sabe ouvir e se acha com o dom da razão. Pelo mesmo que respeito mas parece não demonstrar o mínimo apreço por quem está noutro lado que não o que ele fez questão de vincar como melhor. Pelo mesmo que inquinou* os votos de vinte pessoas sem as ouvir. Pelo mesmo que deu muito à nossa estrutura até aos últimos dias. Tristeza. Ontem, depois de saírem os resultados, foi-nos dado apoio por mais de uma pessoa: membros da lista B à CPN, apoiantes de ambas as candidaturas. Pela Patrícia, pelo Ricardo, pelo Miguel, Tiago, Joana, Margarida, pelo Bruno que hoje me ligou. Não nos foi dado apoio de quem mais esperávamos. Curioso. Muitas lições foram tiradas. A maior de todas: é de espada na mão que se vê o vilão, como se diz.
Estou triste pela derrota nas urnas, pela divisão fomentada por alguns, mas sobretudo pela visão maniqueísta que atrai tantos companheiros. Triste pela falta de coragem, por quem se vende. Eu não me vendi em nenhuma ocasião. Trabalhei, fiz o Bruno suar um bocadinho. E no final formalizaram o convite. Duas horas depois, ofereceram-me lugar elegível pelo Rodrigues. Pela candidatura que agarrou as distritais pelos tomates na noite de Sábado. Quiseram comprar-nos.
Mas as convicções não se transaccionam.
A nossa vez é para mim o melhor projecto. A equipa da qual fiz parte é para mim a mais próxima dos jovens portugueses.
O Bruno Ventura é para mim, o verdadeiro líder da JSD, e já desde Espinho. Na altura o voto foi para o Rodrigues. Por confiar na palavra de quem de direito. Mas as expectativas foram defraudadas. Mesmo.
Perdemos a eleição, e o caminho terá de ser traçado ao lado do Pedro Rodrigues. A bem da união social-democrata, espero que a bem da juventude portuguesa.
Cá estaremos para travar novas batalhas. Sempre com frontalidade, coragem para assumirmos posições e defendermos um projecto.
Este não é um manifesto político, mas uma declaração do que sentimos.
*correcção (obrigado caro Pedro)
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Tânia Morais
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22:25
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Como dizer? amigos, este post dava para escrever um livro, mudanças
Quero
Hoje dizer-te que não tenho
Mais do que azul para dar
Sei que não me mentiste
Quando um dia sorriste
Ao saber que não ia mudar
Para sempre eu hei-de ouvir
"Amor é querer ouvir-te
Cantar"
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Tânia Morais
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00:36
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Estamos em sintonia
e eu (ainda e sempre) a defender a dama.
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Tânia Morais
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22:48
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Como dizer? JSD
Através de um comunicado a que a agência Lusa teve acesso Bruno Ventura defendeu que "para que as condições de ensino-aprendizagem sejam devolvidas às escolas e para que os jovens portugueses possam retomar o seu normal percurso educativo é urgente substituir a ministra da Educação, porquanto esta governante é, em si, o foco do problema".
"Os estudantes e a juventude portuguesa merecem este gesto de humildade por parte do Governo. O que está em causa é demasiado importante para que uma situação caótica seja mantida apenas pela arrogância ou pela teimosia do primeiro-ministro", acrescentou o candidato a líder da JSD.
De acordo com Bruno Ventura, "os acontecimentos dos últimos dias nas escolas provam que esta ministra é hoje parte do problema e não fará parte da solução", mas além da substituição de Maria de Lurdes Rodrigues "é urgente que mudem as políticas e que o diálogo seja restaurado".
"Há poucos dias foram os professores a manifestarem-se contra a ministra da Educação. Hoje, são os alunos que protestam. Qualquer dia, a ministra da Educação só tem mesmo o apoio da Directora Regional de Educação do Norte. Será que chega?", interrogou o jovem social-democrata, que vai defrontar o actual líder da JSD, Pedro Rodrigues, no Congresso de 28, 29 e 30 deste mês, em Penafiel.
Quanto às manifestações de alunos, Bruno Ventura considerou "natural que os alunos se manifestem contra medidas com as quais não concordam, sendo de estranhar, por isso, a atitude o senhor secretário de Estado Ajunto da Educação, que lançou a suspeição sobre a organização dessas manifestações".
O candidato a líder da JSD referiu que "também hoje, a diligente Directora Regional de Educação do Norte, conhecida por ter institucionalizado a 'bufaria' no seu serviço, lançou a mesma suspeição – desta vez contra funcionários do próprio ministério".
"A juventude portuguesa rejeita estes paternalismos por parte da tutela educativa. Os jovens são e serão sempre livres de se manifestarem contra o que vai mal no nosso país, por muito que isso custe ao Governo", reagiu Bruno Ventura.
Num balanço da política educativa do Governo, Bruno Ventura assinalou que Portugal passou "a ser o pior país de toda a União Europeia nos números do abandono escolar" e que as escolas públicas desceram no "ranking" dos exames nacionais em relação às escolas privadas, o que atribuiu à "via do facilitismo".
"O Ministério da Educação deixou por concretizar a educação para a Saúde e a educação sexual", deixou "por fazer uma verdadeira reforma relativa aos manuais escolares" e "a verdadeira reforma curricular" e "perdeu a oportunidade de reformar a escola", apontou ainda Bruno Ventura.
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Tânia Morais
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22:45
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Como dizer? JSD
[Domingo] de manhã, o Conselho de Ministros estava reunido extraordinariamente para supostamente discutir a dívida do Estado às empresas. Curiosamente, um tema que durante anos não incomodou nenhum Governo era agora motivo para uma reunião extraordinária.
Quem não acreditou nesta invulgar “ordem de trabalhos” fez muito bem, porque resulta dessa reunião um acontecimento verdadeiramente extraordinário: a proposta de nacionalizar o Banco Português de Negócios.
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Tânia Morais
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Como dizer? social
Diz-me o estudante de ciência política:
É panasca.
Aí está.
(de volta dos estudos eleitorais)
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Tânia Morais
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02:21
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Burrice crónica.
Nunca hei-de saber a temperatura certa das coisas, nem o que dizer para não estragar tudo.
Não percebo. Honestamente que não.
E gostava de compreender.
A sério.
(me and mrs jones)
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Tânia Morais
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02:06
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Como dizer? próprios
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Tânia Morais
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17:41
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Como dizer? CPRI

Mandato de ano e meio:
Porta 65
150000 postos de trabalho - em reacção
Outro site
Festa da Figueira
Campanha de Verão
E agora consideramos o período um intervalo de preparação para o que aí vem?
As bandeiras, a estruturação que a JSD poderia ter mostrado quando o partido se caracteriza pela ausência junto da população. É verdade que temos de conquistar os jovens, é nossa missão dar voz aos nossos pares. A organização afunilada dos trabalhos de congresso: se há moções contraditórias que são aprovadas, responsabilizem-se os delegados eleitos nas decisões tomadas! Seja a CPN eleita a filtrar os contributos válidos que vão de encontro à sua estratégia para a juventude nacional. Pergunto eu, qual estratégia? Isto é tudo muito bonito, slogans e visitas cheias de confiança. Líderes a forçarem-nos com "a escolha certa". Mas certa porquê? E o tempo para o outro lado? Que projecto se conhece?
Campanha nacional para o ensino secundário?
As influências e as campanhas manchadas pela falta de transparência. Gosto de olhar os olhos e tentar compreender. E não vi transparência nas questões essenciais.
Eu esforço-me por procurar razões.
Mas não compreendo.
Lamento não conseguir acreditar.
E atenção, nenhum convite foi formalizado. Tenho um voto. Sou apenas uma miúda como o outro "puto todo dinâmico".
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Tânia Morais
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00:35
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Como dizer? JSD
Hmhm.
Isto de cada um puxar para o seu lado não é benéfico para vincarmos as nossas posições noutros rosários.
Daqui a pouco saberei o que fazer, até lá há que aproveitar a calmaria das últimas duas horas.
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Tânia Morais
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17:32
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Como dizer? JSD
...sou apanhada na curva de fumo na direita, frasquinho na esquerda e algumas considerações morais a fazer.
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Tânia Morais
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00:20
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Sábado, em Baleizão da Catarina Eufémia:
Marta (6 anos): Jerónimo? Preferia mil vezes o Cavaco para avô do que o Jerónimo - erguendo os dedos em sinal de vitória e canta - Pê esse dê! Pê esse dê!
As coisas mudam, graças a Deus nas novas gerações. Há que estar atento.
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Tânia Morais
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00:19
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Como dizer? JSD
diz-me (atónito) o estudante de filosofia.
... a espreitar o retrato de dorian gray, duas pedras de gelo.
... à espera que chova, bela análise duma cps.
... enfim.
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00:29
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Como dizer? hum?
E as coisas mudam do dia para a noite.
Graçola de oportunidade: "É melhor estar quietinha..."
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Tânia Morais
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23:42
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Como dizer? este post dava para escrever um livro
Intenso processo de reflexão dentro de portas.
O que é que este gajo fez aos nossos advogados?
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Tânia Morais
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23:28
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Como dizer? ALICO
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apetece-me dizer tantas coisas as pessoas certas.
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Tânia Morais
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Como dizer? Voglio te.
uma miuda, quando sai de casa dos pais, tem muito mais charme. ou pelo menos muito mais convites para sair, que e como quem diz, mais convites para dormir fora de casa. sera disto que os pais tem medo - interrogaçao -
notei que o rapaz estava demasiado agressivo comigo ontem e pergunto, que mal e que lhe fiz. sera nao termos tudo esclarecido ou ele ter medo de escorregar´
por mim, nao obrigado meu amor. cresci e deixaste demasiada fruta na boca que azedou.
e nao foi um melao.
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Tânia Morais
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21:19
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estive hoje no lançamento do livro do dr. marques mendes. ja me tinha esquecido do sufoco de encontros deste genero. ola... entao minha querida como esta´´´...
credo
estava o senhor a falar de etica na politica, e mais de metade daquela sala olhava em redor para ver as quantas sacava.
estou sem caps e sem aquela funcionalidade de meter pontos de interrogaçao, acentos e afins. mas tinha de escrever
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Tânia Morais
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21:10
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´ja nao faço amor ha algum tempo, mas quando tenho oportunidade, gosto de faze-lo a bruta´
tanto se aprende, jesus...
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Tânia Morais
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21:08
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O que não anda de transportes públicos,
Que me acorda as cinco horas como se fosse meio dia, que é mimado, que não compreende metade das circunstâncias do que se passa a volta dele, que fez amigos taxistas em Lisboa, que me olhou dentro de mim, que sabe o que é a ternura, que se assusta com demasiada coisa, que se diz irritante, que sai de cena quando as coisas começam a correr francamente mal, que diz ter uma legião atrás dele.
Que no final me diz, mas posso ligar-te amanhã? mas podemos ser amigos? o tal que ainda não aprendeu demasiada coisa.
E me procura :
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Tânia Morais
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18:19
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Como dizer? este post dava para escrever um livro, hum?
arte.
A construção entre sombras e cheiros do que resta de nós, do que transpiramos e tanto mais do que queremos.
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Tânia Morais
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04:14
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Como dizer? hum?
Hummm... mil gargalhadas =)
Tantas sensações.
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Tânia Morais
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18:22
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Como dizer? liberdade
muito se aprende sozinho
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Tânia Morais
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22:01
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Como dizer? As minhas raízes
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Tânia Morais
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07:48
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Como dizer? Voglio te.
Lembra-te.
Questiono quão saudável poderá ser a vontade de ti na ausência de certeza. Tornas-te sempre num sabor agridoce que não sei deixar de ansiar, justificando (quase) tudo, que parece sempre tão pouco. Trocas-me as voltas sem volta a voltar em algo que não volta e me envolta e me... prende! Serás tu o carrasco ou sou eu a idiota?
Eneias-me, irritas-me, fazes-me cerrar as portas que quero abrir. Sempre quando te quero convidar a entrar. Trocas-me, e eu não gosto. Puxas-me e seduzes com tão pouco! Que merda.
Detesto não saber nem ter legitimidade para procurar. Detesto não conhecer.
Detesto não saber puxar-te para mim, aqui aninhado e calmo a dormir aqui à minha beira. Detesto não poder escutar-te respirar. Não te acarinhar nem tão pouco ter a omnisciência para me sossegar.
Queria dançar, rir e ter espaço para te cativar. Mas nem todas as ferramentas de que dispomos nos afastam da preguiça de conquistar e os meus meios parecem-me tão iguais aos de tantas outras que fazem uso de outras artes que não as minhas.
Não sei o que pensar, sem de deva abrir espaço para sentir - mais.
As compensações deixaram de chegar-me. Ouvir, ver e digerir outras informações que não as de ti parece absurdo agora. Sem te (me) querer assustar encontro no vazio de mais um dia o sustento para uma vida que tento agarrar, tão mais sozinha que ontem.
Só precisava de agarrar o tempo e com ele suspender-te assim fora do espaço, puxar-nos para fora do frenesim do que parece ser - e assim se torna aos olhos que não observam. Sossega-me ou não me digas mais nada. Defende as palavras que estão agora no limiar da idiotice, da sofreguidão e do saciar que nos parece tão bom mas arrisca quase sempre deixar um pedaço maior de nada. Sinto-me quase como Kohut, que fecha instintivamente o que já não sabe abrir e acaba a implodir com fracturas em si e uma exposição melindrosa aos demais.
Enfim, já chegaste. Outra vez sem ti.
(não te volto a ligar)
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Tânia Morais
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06:16
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Como dizer? Voglio te.
"Just because you choose a new brand, don't mean you have to act bran new - just because you choose a new love, don't mean that she's in love with you"
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Tânia Morais
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05:40
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Como dizer? Voglio te.
Escola de hip hop. Aos anos que quero entrar. Acho que é desta!
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Tânia Morais
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04:59
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"A Tânia encaixa perfeitamente no perfil que procuramos para a nossa empresa, claro que está contratada!
Tem apenas um calcanhar de Aquiles.
(...)
É demasiado sincera, honesta. E isso para si poderá trazer alguns problemas. Se me conseguir prometer que enrola a língua antes de falar, será perfeito!
(Mas... Então? Pronto, OK. Combinado)
Pronto. Formatada.
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Tânia Morais
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01:50
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Como dizer? 1ºs empregos (é assim...)
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Tânia Morais
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01:29
1 censura.s.
Como dizer? liberdade
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Tânia Morais
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01:37
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Como dizer? mudanças
A Ordem dos Advogados enviou para os departamentos da Defesa e de Estado americanos um requerimento para que possamos através da comissão especializada em Direitos Humanos "observar" as condições de encarceramento e analisar possíveis casos de tortura e privação da dignidade humana dos 500(?) homens que aí permanecem.
Hoje, a única instituição internacional com estatuto de observador internacional é a Cruz Vermelha, com acesso restrito a informações e no apoio a detidos. A obtenção deste estatuto (se ocorrer) é portanto um marco tanto para a diplomacia portuguesa como um passo no sentido de encorajar tantas outras organizações a entrar na base militar americana.
Objectivos? A procura de transparência nos processos que tantas dúvidas suscitam quanto ao respeito do indivíduo e a confirmação das suspeitas de atentados ao primado da dignidade humana. Pressão internacional.
Resultados? A ver vamos. Mas sim, é de louvar a iniciativa dos nossos juristas, sobretudo a sua intenção de fazer respeitar a legislação (ou registos sem força vinculativa) que versa desde a DUDH. Bravo!
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Tânia Morais
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15:20
1 censura.s.
Mais especificamente sobre a defesa deste documento pelo nosso amigo Carlos Coelho.
Bem conheço as qualidades humanas e bem-aventuradas iniciativas do nosso eurodeputado, e reconheço-lhe toda a legitimidade para que defenda a directiva europeia para o retorno de muitos emigrantes que nos surgem sobretudo de África e Médio Oriente.
Trata-se, como afirma hoje Coelho aqui, de um processo que minimaliza os efeitos perversos de políticas de retorno desarticuladas entre os parceiros europeus. Mas trata também a questão dos menores ilegais em território europeu.
E trata deste modo: "As crianças detidas deverão ter acesso a actividades lúdicas ou recreativas adequadas à sua idade e, dependendo da duração de permanência, acesso à educação. As crianças não acompanhadas deverão, na medida do possível, ser alojadas em estabelecimentos que disponham de pessoal e de instalações adequadas às necessidades das crianças da sua idade."
Ora, as crianças, à partida os seres mais desprotegidos em qualquer situação (sobretudo nesta) são contemplados com um parágrafo justificativo da sua detenção e com uma panóplia de intenções quanto à sua inclusão temporária no sistema de segurança social local. Mas só na medida do possível, como sublinho no artigo de Carlos Coelho.
É lamentável a falta de tacto no tratamento de um problema já de si melindroso, ainda para mais no que concerne a este grupo específico. Lamentável a predisposição em deter, e injustificável a desresponsabilização dos responsáveis quanto ao saudável desenvolvimento (dando de barato as repercussões na saúde social dos visados) da criança em questão.
"As crianças deverão ter acesso..." - terão acesso garantido.
"...deverão, na medida do possível, ser alojadas..." - serão alojadas.
Eis duas diferenças de redacção que fariam de facto a diferença no tratamento dado àqueles que sem escolher o seu futuro, acabam por cair nas mãos de ninguém.
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Tânia Morais
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15:19
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Tânia Morais
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02:34
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Como dizer? ele
Quando sacio a fome, sinto-me um animal.
E lembro as palavras de Anne: a igualdade só pode agradar àqueles que não conseguem ascender à classe dos fortes.
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Tânia Morais
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02:28
1 censura.s.
Como dizer? aha, este post dava para escrever um livro

Moção W. "Portugal (Inter)Nacional" no XXXI Congresso Nacional do PSD
Vaidade. Sim. Alguma.
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Tânia Morais
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02:01
2
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Como dizer? JSD
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Tânia Morais
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01:50
1 censura.s.
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Tânia Morais
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17:38
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Como dizer? amigos
"Vejo-te amanhã?"
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Tânia Morais
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20:23
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Como dizer? merda
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Tânia Morais
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20:21
1 censura.s.
Como dizer? amigos
Quero tirar-te daqui e não consigo. Quero (preciso!!) de chorar e não dá. Sinto-me como sangue cada vez mais pisado, chão cada vez mais sujo... Espaço cada vez mais longe de conseguir tocar. Afasto-me de mim mas nem por isso dos teus traços.
Alguém me ajude? (eco sem retorno)
pensou a
Tânia Morais
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01:37
0
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Como dizer? TU